O dia 25 de novembro marca o Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher2, estabelecido no ano de 1981 por ocasião do 1º Encontro Feminista Latino-Americano e do Caribe, realizado em Bogotá, Colômbia. A data foi eleita em memória das irmãs Mirabal (Patria, Minerva e Maria Teresa), assassinadas no dia 25.11.1960 pelo regime de Rafael Leónidas Trujillo Molina3, mediante à simulação de um acidente.

Comemoramos, no mesmo dia em que ocorrerão as eleições municipais, 131 anos de nossa transformação em República, dia 15 de novembro de 1889, quando formalmente abandonamos a Monarquia para um sistema pelo qual deveria haver o sentido de “res publica”, expressão em latim significando “coisa pública”, patrimônio de todos, bem coletivo, em contraposição à submissão aos anseios da família real e ao sentido de bens da Coroa, modelo até então vigente.

Não pude me despedir de Moema Baptista. Estou quarentenado, que é uma espécie de morte precária, uma suspensão da vida, condenado por um vírus à vedação dos abraços, dos beijos nos amigos, do afago dos ombros no rosto úmido e salgado de dor daqueles que choram a partida de Moema.

O debate em torno do índice de correção monetária tem início em 2015, quando o Tribunal Pleno do Tribunal Superior do Trabalho (TST) julgou inconstitucional o uso da Taxa Referencial (TR) para a correção monetária dos débitos trabalhistas, aplicando, na oportunidade, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-E) – vale registrar que a TR, com origem nos anos 90, vem desde 2018 apresentando taxa 0,0; o que não aconteceu com o IPCA-E.

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